I SEMINÁRIO BRASILEIRO DE EFETIVIDADE DA PROMOÇÃO DA SAÚDE

AVALIAÇÃO – QUESTÕES E PROPOSTAS

 

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA E OUTRAS ATIVIDADES

 

 

Atividades

 

Questões

 

 

Propostas

 

 

Plenárias

Mesas Redondas e Painéis

 

 

 

 

 

 

 

 

Sessão “Conversando com...”

 

Apresentações qualificadas como “ótimas”. Mesas e Painéis bem montados. Riqueza de articulação e integração de instituições e pessoas (níveis de gestão, acadêmico e serviços). Bom nível de participação do público. Programação densa.

Pouca ênfase na discussão da efetividade das práticas.

 

 

Excelente formato, propício à interlocução com o público. Informalidade. Importância da coordenação.

 

- Concentração das plenárias na parte da manhã.

- Mesas / painéis com até 3 apresentações.

- Possível ampliação do seminário para 4 dias.

- Maior ênfase na discussão da avaliação das práticas e sua efetividade (equilíbrio entre os níveis de gestão, acadêmico e de intervenção junto á população).

 

- Utilização do formato Conversando com... em maior número de sessões.

 

Sessões simultâneas

Grupos de Trabalho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Discussões Temáticas (DT)

 

Carga horária insuficiente (mínimo de 6-8 hrs). Excesso de conteúdo e pouca interação. Dificuldades com as apresentações de experiências selecionadas dentro do GT.

Preocupação de que a coordenação esteja afinada com a proposta do seminário. Necessidade de planejamento com maior antecedência.

 

 

 

 

 

 

 

Aprovação da atividade (DT) para a discussão

de temas selecionados.

 

-  GTs com roteiros estruturados de discussão e dinâmica que garantam a participação de todos.

- Coordenação dos GTs afinada com a proposta do seminário.

- Garantia de que os Termos de Referência dos GTs sejam elaborados, e a dinâmica seja planejada e discutida, em conjunto pelos coordenadores, com maior antecedência.

 

 

- Reserva de outros espaços que não os GTs para apresentação de experiências (posters, sessões de vídeo, etc.).

- Estudo de formas de articulação entre as

discussões temáticas e os GTs. As DTs poderiam deflagrar as discussões nos GTs.

- Termos de Referência das DTs elaborados com maior antecedência, garantindo espaço para interlocução com o público.

Apresentações Culturais

 

De modo geral bem avaliadas. Fina Batucada - crítica ao excesso de barulho e ao destaque do guitarrista, embora alguns gostassem. Adolescentro da Maré – impactante, tema pesado, retratando a realidade de vida dos atores, conveniência de um horário anterior ao intervalo. Orquestra de cordas da Grota – Excelente. Maria vai com as outras – apresentação prejudicada pelo horário após o almoço e com atraso do público. Doutores da Alegria – apresentação demorada (não deveria haver repetição).

 

 

- Planejamento da inserção do programa cultural com maior atenção (duração/horário) pela coordenação.

- Acompanhamento mais próximo durante o evento pela equipe do seminário, com contextualização de cada apresentação para o público, antes da mesma.

- Não mais do que 1 apresentação / dia, em período de 15 minutos. Anúncio diário da apresentação (horário, local, tempo) pelo Mestre de Cerimônias ou equivalente. 

Atividade física

 

Programada por alunos da EEFD/UFRJ. Foi muito prejudicada, por insuficiência de tempo e falta de divulgação junto ao público.

 

-  Inserção na programação geral, de modo a compatibilizar tempo e horários.

- Atividade física, no local onde está o público, em no máximo 2 vezes (manhã e tarde), por 10 – 15 minutos.

- Maior divulgação do programa através de

anúncio diário pelo Mestre de Cerimônias ou equivalente e avisos/indicações com destaque.

 

 

QUESTÕES ORGANIZACIONAIS

 

Coordenação Geral

Planejamento e organização

 

Processo muito rico, articulação entre instituições (setores público e privado, governamental e não governamental). Participação democrática. Construção coletiva da proposta. Excesso de centralização da coordenação. Necessidade de definição de subcomissões (ex. científica, financeira, cultura e divulgação, logística/infra-estrutura, programação social), atribuição de responsabilidades e definição de prazos.

 

- Preservação do processo democrático participativo e da articulação interinstitucional

- Menor centralização por meio da definição de subcomissões (coordenação, membros, competências) com autonomia e responsabilidades definidas.

- Negociação de regras de participação nas subcomissões, no início do processo, e elaboração de cronograma das subcomissões e da C.O. até a data do evento (sujeito à adaptação).

Agência de eventos / Logística

 

Dificuldades de comunicação entre a equipe e a Agência. Recomendações não cumpridas. Dificuldades em obter informações exatas sobre a localização das salas de atividades simultâneas. Necessidade de pastas e crachás diferenciados para autoridades e participantes. Falta de um cerimonial (mestre de cerimônias) dando início às sessões, atento ao horário e aos lembretes de cada dia.

 

- Programação de reuniões entre as coordenações das subcomissões,   a agência de eventos e a secretaria na agenda dos 2 meses que antecedem o evento, para os necessários ajustes e revisão de espaços e recursos.

- Organização de crachás distintos para autoridades, palestrantes e participantes, como forma de facilitar a identificação pelo cerimonial. Organização de pastas para as autoridades.

- Inclusão de Mestre de Cerimônias, atento ao cumprimento de horários, à presença de autoridades, à comunicação de avisos, ao anúncio das atividades programadas, etc.

 

 

 

Custos / financiamento

 

Os custos foram cobertos pelo financiamento e foram adequados. Importância dos patrocinadores (CAPES, CIDA, PETROBRÁS, Fundação Vale do Rio Doce, ENSP/FIOCRUZ, ABRASCO) e do apoio do sistema CNC, SESC, SENAC, FECOMÉRCIO.

Necessidade de mais tempo para licitações e pedidos de financiamento (6 – 12 meses). Maior antecedência na previsão das necessidades para pautar os pedidos de financiamento.

 

 

- Definição de competências e responsabilidades da Subcomissão Financeira.

- Definição de cronograma para os trabalhos da subcomissão financeira e sua articulação com a coordenação / secretaria do evento.

- Previsão de apoio (facilidades, custos) para as apresentações culturais.

- Proposta orçamentária pelas subcomissões com a antecedência necessária (6-12 m).

- Previsão orçamentária global (6-12 m).

 

Horários

 

Tempo insuficiente para a densidade do programa e subestimado pela Comissão Organizadora. Mau cumprimento do horário. Pouco tempo para os grupos de trabalho.

 

- Redimensionamento do conjunto de atividades do seminário, considerando objetivos e questões operacionais, disponibilidade de recursos e tempo.

- Previsão de tempo suficiente para deslocamentos e almoço (1:30 h)

- Cuidado  em destacar AVISOS de localização das atividades, em pontos estratégicos  para agilizar os deslocamentos.

-  Apoio de cerimonial e logística.

 

 

O presente quadro foi elaborado com base em avaliações realizadas pela Comissão Organizadora (03/6/05), e por 32 participantes (13/5/05).

 

Em 15/6/200.  José Maria Arruda,

                        Maria Auxiliadora B. Barroso

                       Regina Zandonadi

                       Vera Lucia G. Pereira Lima (Cord.).